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A lenda do fio vermelho

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Uma antiga lenda oriental conta que todos nós estamos unidos por um fio vermelho ao amor de nossa vida. Não importa se o fio se enrolar, se esticar ou der mil voltas ao redor do planeta. Duas pessoas enlaçadas sempre terminarão se encontrando, mesmo que isso tenha que ocorrer no fim do mundo.

O fio vermelho tem um dono chamado destino, e por isso nunca, aconteça o que acontecer, poderá se quebrar.

Não importa se demorarmos para conhecer esta pessoa, nem o tempo que passarmos sem vê-la. Também não importa se ela vive do outro lado do planeta, pois o nosso fio irá se esticar de tal forma que nossos corações sempre se alcancem.

Este fio nos acompanha desde o nascimento por toda a nossa vida, girando a girando. Dizem que o avô da lua saía todas as noites para conhecer os recém-nascidos e unir suas almas através de um fio vermelho enrolado em seu dedo.

Este decidiria o seu futuro e guiaria o caminho de suas almas para que nunca pudessem se perder pelos cantos do mundo.

Esta lenda se encontra tão disseminada nas culturas orientais que há milhões de pessoas que usam fios vermelhos amarrados aos dedos.

No que diz respeito à sua origem exata, não está claro se ela surgiu na China ou no Japão. No entanto, dizem que a lenda começou quando descobriram que a artéria ulnar conecta o dedo mindinho com o coração, o manancial de nossa vida e o cantinho que, metaforicamente, abriga a nossa capacidade de amar.

O fio vermelho pode unir o amor de um pai e uma mãe, de um irmão, de um amigo ou de um parceiro com o mesmo destino: conhecer e amar.

Os grandes amores de nossas vidas

“Dizem que, ao longo de nossas vidas, teremos dois grandes amores: um com quem nos casamos ou vivemos para sempre, pode ser o pai ou a mãe de seus filhos… Esta pessoa com a qual você consegue o companheirismo máximo para estar ao seu lado pelo resto da vida.

E dizem que há, sempre, um segundo amor, uma pessoa que você perderá sempre, alguém com quem você nasceu conectado, tão conectado que as forças da química escapam da razão e impedirão, sempre, de alcançar um final feliz.

Até que um certo dia você desistirá de tentar… Se renderá e buscará esta outra pessoa e acabará encontrando-a, mas asseguro de que você não passará uma só noite sem precisar de outro beijo ou sem querer discutir uma vez mais.

Você já sabe de quem estou falando, porque enquanto estava lendo isso, um nome lhe veio à cabeça. Você se livrará dele ou dela, deixará de sofrer, conseguirá encontrar a paz (será substituída pela calma), mas garanto que não passará um só dia sem desejar que ele ou ela estivesse aqui para perturbar você.

Por que às vezes se desprende mais energia discutindo com alguém que você ama, do que fazendo amor com alguém que você aprecia”.

Paulo Coelho

Às vezes estes dois tipos de amor coincidem. No entanto, outras vezes os vivemos de maneira separada, o que não deixa de gerar em nós um certo desconsolo. Mas ambos os tipos de amor são necessários e imprescindíveis, por isso temos que agradecer à vida por podermos senti-los.

Nunca poderemos impor nossos caprichos ao nosso fio vermelho. Nem a nossa ignorância pode acabar com ele, pois ainda que não possamos vê-lo, ele dirige grande parte de nossos movimentos e de nossa vida.

O surgimento dos “amores de fio vermelho” em nossa vida simboliza um antes e um depois que nunca passarão despercebidos, algo que se encontrará com nossos sentidos e contribuirá para marcar para sempre a nossa existência e a nossa concepção do amor.

Em algumas ocasiões, as casualidades são tão fortes que não podemos ignorá-las. E todos nós temos nesse mundo um coração entrelaçado em um sentir que se torna eterno. Chamam-se almas gêmeas, essências com um mesmo destino.



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