Água na Boca - Dicas culinárias e receitas deliciosas

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VOCÊ NUNCA VIU UMA DIETA IGUAL A ESTA: ELIMINA PESO, MAS NÃO SE PASSA FOME!

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Sempre nos ensinaram que devemos comer um pouco de cada coisa.

Mas, segundo esta dieta, a maneira certa de se alimentar não é essa.

O que é realmente importante é aprender como combinar os alimentos.

Alimentos diferentes precisam de diferentes sucos gástricos para uma digestão eficiente.

Ao combinar alimentos errados, os sucos gástricos de ambos, neutralizam um ao outro e a comida fica mais tempo retida no estômago e nos intestinos, atrapalhando a digestão.

Com isso, ocorre fermentação, muito prejudicial por causar toxicidade e alergias alimentares.

Por exemplo, alimentos ricos em proteína exigem enzimas ácidas para uma boa digestão, enquanto que alimentos ricos em carboidratos exigem enzimas alcalinas.

Portanto aprender a combinar os alimentos vai melhorar sua digestão, aumentar sua energia, vai poupá-lo de diversos incômodos, como inchaço, peso no estômago e azia, e ainda ajudará você a emagrecer cerca de 2 quilos por semana.

Combinar os alimentos corretamente dá condição de se comer de tudo e ficar em forma com muita saúde.

A combinação de alimentos está classificada conforme os grupos alimentares:

Proteínas: carnes, produtos lácteos, ovos, nozes e sementes.

Carboidratos/amiláceos: pães, massas, batatas, arroz e legumes.

Gorduras: azeite, manteiga, azeitonas, abacate.

Vegetais: folhas verdes, brócolis e repolho, vegetais de baixo índice glicêmico (cenoura, nabo).

Açúcares: açúcar refinado, mel, geleias, xaropes, bem como frutas doces, como banana ou frutas secas.

Ácidos: vinagre, produtos em conserva, suco de laranja, suco de limão.

Frutas: melancia, melão, laranja, morango, pera, maçã, etc.

Veja no esquema abaixo quais são as melhores e as piores combinações alimentares:

Além disso, a nutricionista Fátima Pinsard dá as seguintes orientações:

1. Evite líquidos durante as refeições, principalmente os que contém açúcares, pois estes auxiliam o processo de fermentação.

Os líquidos apressam a deglutição antes de completar a mastigação e a ensalivação dos alimentos impedindo também a ação do suco gástrico até que sejam absorvidos.

As bebidas geladas ou muito quentes reduzem a temperatura do conteúdo do estômago, cuja digestão não se pode operar até que seja atingida novamente a temperatura normal.

2. Evite ingerir mais de dois alimentos amiláceos na mesma refeição.

A ingestão destes termina na elaboração de um só que o corpo seleciona; o outro ficará muito mais tempo para ser digerido.

Isso provoca gases, arrotos, fermenta e acidifica o estômago.

Exemplo: macarrão, batata e pão.

3. Evite ingerir alimentos ácidos e amidos na mesma refeição.

A digestão dos amidos começa na boca pela ação da pitalina, que os transforma em maltose (tipo de açúcar).

A pitalina só atua em meio alcalino.

A presença de ácidos danificam esta enzima favorecendo sua fermentação.

Infelizmente, A associação amido – ácido é muito comum no nosso dia a dia.

Exemplo: macarrão com molho de tomate.

4. Evite ingerir amidos e açúcares na mesma refeição.

A digestão dos amidos começa na boca e prossegue, em condições apropriadas, no estômago.

Os açúcares não são digeridos nem na boca nem no estômago, a sua digestão se dá no intestino delgado.

Quando consumimos isoladamente, passam rapidamente do estômago ao intestino. Quando consumidos em mistura com amiláceos, ficam retidos no estômago aguardando a digestão destes. Como os açúcares tem a tendência à fementação rápida, nas condições de calor e umidade existentes no estômago, a combinação amido e açúcares produz fermentação ácida (ácido acético, álcool, gás carbônico, água).

Além disso, o açúcar faz segregar muita saliva sem pitalina, o qual, no entanto, é necessária à elaboração dos corpos amiláceos.

5. Ingerir somente uma proteína concentrada na mesma refeição.

Para uma digestão eficiente, duas proteínas exigem sucos gástricos de composições diferentes e tempo necessário à sua digestão, que é diferente para cada espécie de proteína.

Exemplo: enquanto o suco gástrico necessário à digestão da carne tem seu pH máximo no início da digestão, o leite tem um pH máximo do suco gástrico no final.

Evite misturar carne com leite, carne e ovos, leite e nozes, etc., na mesma refeição!

6. Ingerir proteínas e ácidos na mesma refeição – evitar.

O início da digestão das proteínas se dá no estômago em presença da enzima pepsina que atua em meio ácido (ácido clorídrico do suco gástrico).

A ingestão de ácidos em excesso inibe a ação desta enzima.

· Exceção: constituem exceção as combinações das nozes, queijo ou abacate, com as frutas ácidas. As nozes, queijos e abacates possuem grande quantidade de gordura ou óleo; sabemos que as gorduras inibem a secreção gástrica por um tempo maior que os ácidos. Além disso, essas proteínas não se decompõem com a mesma facilidade que outras espécies.

7. Evite proteínas com gorduras: a presença das gorduras nos alimentos, diminui a atividade glandular da secreção gástrica, baixa a quantidade de ácido clorídrico e da pepsina no suco gástrico, atrasando a digestão por tempo considerável.

Obs.: abundância de vegetais verdes, especialmente crus, contrapõem-se ao efeito inibitivo das gorduras.

8. Melões: a melancia e os melões, quando ingeridos isoladamente, permanecem alguns minutos no estômago, porém quando ingeridos com outro alimento, ficam retidos no estômago como os açúcares, produzindo gases e fermentações.

Comer melancia e melão isoladamente!

9. Leite: devido a proteína e gordura que o leite contém, combina sofrivelmente com frutas ácidas.

Quando o leite entra no estômago, ele coalha, envolvendo as partículas dos outros alimentos, isolando-os do suco gástrico.

10. Sobremesas (doces e sorvetes): a sobremesa já constitui um excesso sobre a alimentação, sobrecarregando a capacidade digestiva.

Além disso, é geralmente açucarada, o que acarreta os transtornos anteriormente mencionados.

11. A quantidade é outro fator que intervém na digestão.

Comer sem fome ou em excesso são fatores desequilibrantes na digestão, pois o corpo não assimila o que introduzimos em excesso.



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