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Os médicos disseram que ele iria morrer. Quando ele nasceu todos ficaram surpresos com o que viram

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Uma doença genética extremamente rara chamada de artrogripose múltipla congênita, ou articulação rígida afetou o brasileiro Cláudio Vieira de Oliveira, logo nos três primeiros meses de gestação.

Essa doença pode comprometer uma ou mais articulações do corpo. Em casos mais graves, também pode afetar órgãos e partes do cérebro. Cláudio nasceu com os braços e pernas virados ao contrário, assim como o seu pescoço, o que faz parecer que sua cabeça foi encaixada de forma errada.

Os médicos disseram à mãe de Cláudio que ele tinha poucas chances de sobreviver, na realidade, esperavam que ele morreria dentro de 24 horas após o parto.

Entretanto, os médicos estavam errados! A família de Cláudio nunca perdeu as esperanças de que ele viveria, então, decidiram que nunca mais levaria ele ao hospital. Quando tinha 8 anos de idade, Cláudio começou a movimentar os joelhos, tendo sua casa totalmente remodelada para que ele pudesse fazer o máximo que conseguisse sozinho.

O chão foi feito de um material especial para que, se ele caísse, não se machucasse. Os móveis tinham altura suficiente para que ele não precisasse pedir ajuda o tempo todo até para coisas simples. Até os interruptores foram rebaixados. Era essencial para Cláudio que ele pudesse fazer tudo de modo mais independente possível.

Como o corpo de Cláudio tem um formato único, ele não pode usar cadeira de rodas para se deslocar. No entanto, decidiu frequentar a escola e acreditou que era uma pessoa completamente normal mesmo vendo o mundo de cabeça para baixo.

Ele aprendeu a se adaptar ao seu ambiente, achando formas criativas de fazer tarefas básicas, como ligar e desligar a TV, usar o celular e o computador, entre outras coisas.

Nessa foto, sempre alegre e simpático, ele posa com uma amiga:

Com 40 anos, Cláudio escreveu seu primeiro livro: “O mundo está ao contrário”, uma biografia sobre sua vida e história de superação com a doença.

Ele não tem mais medo de ser visto como alguém “estranho” pelas pessoas a sua volta. A força e coragem que ele reuniu são enormes, e isso sempre acompanhado de um largo sorriso no rosto. E não para por aí não: ele ainda dá autógrafos com uma caneta na boca!

Energia positiva e vontade de viver às vezes podem vir daqueles que mais têm motivos para reclamar. Todos nós podemos aprender um pouquinho sobre gratidão e otimismo com esse homem. Curta e compartilhe essa linda história com seus amigos!



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