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Mãe fica horrorizada após enfermeira cortar o dedo mindinho de seu filho com uma tesoura

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Como proceder diante de tal situação? Não é todo dia que um trauma como esse acontece. Infelizmente, aconteceu com um bebê de 11 meses no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.


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Ele estava lá ao lado da mãe Jaqueciane Moraes, de 18 anos, para tratar a Síndrome de Wolf-Parkinson-White, uma doença no coração. Mas acabou saindo de lá com outro problema. Veja seu relato:

“Vejam o ponto que chegou a nossa saúde, meu menino veio consultar no hospital pequeno príncipe e se interno ,aí a enfermeira veio tirar o acesso do cateter do “braço”,ficou com preguiça de tirar com a mão a fita q estava isolando e corto com a tesoura arrancando seu dedinho :(”.

Além disso, a mãe ainda reclama do trauma que permanecerá com o menino já que ficou sem o dedo mindinho antes mesmo de completar seu primeiro ano de vida. “Vou querer indenização é afastamento da enfermeira já me trouxeram para um quarto particular e meu filho está na sala de reconstrução ,isso é saúde brasileira”, reclamou ela, segundo o post.

Aparentemente, o caso já está sendo investigado. A diretoria deve se reunir logo mais para discutir a questão. Segundo afirma o G1, a instituição paranaense está dando todo o apoio médico e emocional à mãe e ao bebê.

Pelo que se sabe, a enfermeira já foi devidamente afastada. O menino, Kauan, já levou pontos e não precisará de uma reconstrução. Por ter sido um corte muito profundo, ele terá que permanecer com o dedo assim, amputado.

O hospital redigiu uma nota referente ao ocorrido:

“O Hospital Pequeno Príncipe há quase 100 anos se dedica com afinco a causa da saúde infantojuvenil. Referência em mais de 30 especialidades pediátricas, busca aprimoramento constante em todas as dimensões do cuidar. Conta com equipe técnica multidisciplinar focada em estudar os processos e revisar condutas de atendimento que definem a melhor prática em cada procedimento.Lamentavelmente podem acontecer incidentes, como o ocorrido no dia 12 de dezembro de 2016. A instituição formalizou investigação e está apurando os fatos. Durante o processo o colaborador permanecerá afastado. Todas as medidas estão sendo tomadas para amparar a criança e a família. Equipe multidisciplinar foi designada para acompanhamento integral do paciente.”.

Como você teria agido nessa situação?


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