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Este é o caldo que ressuscita os mortos: para uma saúde e ossos de ferro!

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A culinária tem mudado bastante neste tempo de correria e praticidade.

Por isso, é muito comum encontrarmos aqueles caldos industrializados, que vêm em formato de quadradinho, no tempero das donas de casa.

No entanto, a tradição e a saúde nos apresentam uma alternativa: a velha receita de caldo caseiro.

Não importa se o caldo é de frango, carne ou peixe.

E, quando nossos antepassados diziam que ele “ressuscitava os mortos”, não era por acaso.

Era baseados na experiência e na comprovação do grande poder nutritivo e terapêutico deste caldo.

As pessoas desse passado de grande sabedoria sabiam que um bom caldo podia, além de encher a casa com um delicioso aroma, combater doenças e fortalecer o corpo.

Não pense que ele é exclusivo do Brasil, podemos encontrar o caldo de carne, por exemplo, nas culturas mais tradicionais, como a italiana e chinesa.

A sabedoria antiga foi comprovada pela ciência.

Um artigo publicado na revista Chest, vol. 118, páginas 1150 e 1157, mostrou que o caldo de carne tem propriedades anti-inflamatórias.

O caldo de carne é rico em minerais e substâncias boas, como:

– Magnésio

– Fósforo

– Cálcio

– Glicina,  que é ótima para a pele, coração, digestão, cartilagens e para os ossos.

– Glucosamina  e condroitina, que são ótimas para combater artrite e dor nas articulações.

O interessante é que essas substâncias podem ser encontradas em comprimidos vendidos nas farmácias, mas são caríssimas.

Além disso, o comprimido não vai ajudar o corpo a absorver as substâncias, como o caldo caseiro faz.

Se você preparar um caldo de carne ou frango, feito com ossos, pode ter certeza que estará consumindo muita prolina, hidroxiprolina e glicina.

Essas substâncias são ótimas para formar as fibras colágenas de nosso corpo.

Infelizmente, como já dissemos, esse tempero está cada vez mais raro nas comidas brasileiras.

Há tantas formas de usar esses caldos.

E, se você cozinhar o caldo de carne com ossos e tutano, poderá facilitar a digestão de proteínas, como trigo, aveia, cevada e alguns grãos, como feijão e até mesmo a própria carne.

Você pode fazer uma gelatina com o caldo de carne, isso ajuda na digestão de laticínios.

O bom é que crianças que se alimentam com esse caldo tico em gelatina, têm menos cólica, diarreias, vômitos e intolerância, em comparação àquelas que apenas tomam leite de vaca.

O caldo caseiro também é bom para:

– Pacientes em processo de recuperação de cirurgias

– Ajudar a equilibrar o ácido clorídrico no estômago

– Estimular a secreção de sucos gástricos

– Fornecer energia, que é reduzida com o consumo de carboidratos refinados, como pães, massas e doces

– Proteger o estômago depois da ingestão de álcool

Você gasta dinheiro comprando colágenos especiais para melhorar a pele?

Então vai gostar de saber que o caldo de carne é muito rico em colágeno.

Ah, temos uma dica muito importante: nunca leve o caldo para o micro-ondas, pois isso pode criar toxinas, além de empobrecer o alimento.

COMO FAZER UM BOM CALDO DE CARNE

É muito simples.

Vá ao açougue e compre mocotó, o pé do boi.

Peça ao açougueiro que serre o mocotó em pedaços pequenos ou em rodelas.

Isso facilitará na hora de cozinhar.

Em casa, você vai lavar os pedaços mocotó em água corrente.

Lave muito bem, viu?

Depois, vai colocá-los em uma panela – nem muito grande nem muito pequena.

O importante é que os ossos devem fique dentro com certa folga.

Complete a panela com água filtrada, o suficiente para cobrir totalmente os pedaços de mocotó.

Coloque para ferver, baixe o fogo, tampe e deixe cozinhar por cerca de 3 horas.

Retire os ossos maiores e despreze.

Coe o líquido com uma peneira forrada por um tecido fino.

Nossa sugestão é usar uma fralda de pano.

Vale a pena ter uma sempre à mão para esse tipo de atividade na cozinha.

Espere esfriar e consuma.

O que sobrar você pode colocar em pequenos potes e refrigerar (se não for demorar a consumir) ou congelar (se for demorar a consumir) ou congelar (se for demorar).



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