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Entenda os riscos que beber água pode causar a um bebê que é amamentado

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Afirmar o quanto os bebês são frágeis é insistir em uma informação que todos já conhecem. Contudo, é extremamente importante ressaltar o quanto os cuidados com eles devem ser diferenciados.

Às vezes, ações que parecem inofensivas, acabam se provando como perigosos agravantes à saúde dos recém-nascidos.

Um exemplo que ilustra muito bem a introdução acima é o fato de muitos papais e mamães, principalmente de primeira viagem, darem água para crianças cuja alimentação depende exclusivamente da amamentação. Existem riscos que devem ser conhecidos.

Primeiramente, é importante que vocês saibam que a constituição do leite materno é de 90% água. Ou seja, para bebês cujo alimento vem apenas da amamentação, no processo eles também já têm sua sede saciada. Então, mamães, tomem bastante água (não deixem de beber pelo menos os 2 litros de praxe por dia).

Agora, a respeito dos riscos trazidos pela água, é fundamental que alguns aspectos sejam considerados:

– Risco de infecções: Em recém-nascidos, naturalmente, o poder das bactérias é mais impactante. Não só a própria água, quanto utensílios que a conduzam (como a própria mamadeira, por exemplo), podem representar perigos de contaminação à criança.

– Imunidade: O leite materno é essencial para o bebê. Ele faz toda a diferença no processo de imunização do organismo da criança. Substituí-lo, mesmo que esporadicamente, por água, pode trazer ser perigoso ao bebê, que ficaria carente das propriedades anti-bacterianas do leite.

– Risco de diarreias e doenças: Como comentado no tópico acima, o leite materno é fundamental para que o corpo possa se defender contra bactérias e também vírus, pois atua diretamente no sistema imunológico. Entretanto, quando o bebê é pouco ou nunca amamentado e seu consumo de água fica maior, ele fica menos nutrido e mais suscetível a doenças e problemas intestinais, como a diarreia.

– Impacto na amamentação: Deixar o recém-nascido consumir água afeta não só a ele, mas também a própria mãe. Conforme o bebê vai sentindo cada vez menos a necessidade de amamentar, a produção de leite da mãe é impactada e vai diminuindo aos poucos. Além disso, quanto mais o bebê se acostuma com líquidos de fora, menos ele vai sugar em sua amamentação.

Entretanto, a ausência do fornecimento de água se resume, recapitulando, aos bebês que só se alimentam de leite materno. E a recomendação médica é que eles comecem a bebê-la apenas quando chegarem aos 6 meses de idade, quando também começarão a ser alimentados.

Os casos nos quais os médicos dizem não haver problema em dar água são mais específicos:

1. Bebês que são amamentados, mas que tem a dieta complementada por fórmulas: Nesse caso, no qual a alimentação não se resume ao leite materno, é sugerido que seja dado um pouco de água entre às vezes que o bebê mamar. A quantidade vai de acordo com o quanto de complemento alimentar que a criança toma.

2. Bebês que não são amamentados: Para as situações em que os bebês não se alimentam do leite de sua mãe, prevalece a orientação acima, de fornecer água entre as mamadas.

É muito importante ressaltar que a água fornecida deve ser filtrada e fervida, pois os riscos de contaminação estão presentes. E claro, mamadeiras, colheres, copos, tudo o que for levar a água para a boca da criança, deve ser muito bem higienizado.

Lembre-se que, por mais que estejamos acostumados a alguns hábitos, para o bebê é tudo novo. Então, preste muita atenção e dê os devidos cuidados à criança, porque para o bem ou para o mal, cada ação será refletida em seu futuro.




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