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Condição rara deixa menina de apenas 1 ano com a aparência de “bebê Hulk”

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Algumas doenças podem deixar as pessoas com uma aparência diferente do que estamos acostumados e isso faz com que muitos não queiram conviver com elas. Por isso, Joni Gatlin teve que usar sua imaginação para que as crianças não excluíssem sua filha devido à aparência causada por uma doença genética que ela tem desde que nasceu.

A doença que a pequena Madison Gatlin desenvolveu, foi diagnosticada durante um ultrassom que sua mãe fez na 15ª semana de gestação. Essa rara condição – que faz com que os fluidos linfáticos inchem sob seus braços e peito – afeta atualmente apenas 200 pessoas em todo o mundo.

Então, após o nascimento, o inchaço continuou a aumentar, chegando a pesar cerca de 2kg. Mas nada impediu que a pequena conseguisse aprender a andar e isso deixou os médicos muito surpresos. Segundo eles, a criança tem sorte de estar viva.

Com apenas um ano de idade, Madison já tinha a aparência de uma fisiculturista, visto o líquido que ficava preso em seu braço parecia muito com músculos. Então, preocupada que a aparência da filha causasse estranhamento em outras crianças, Joni decidiu explorar sua imaginação para explicar o problema: dizer às outras crianças que Madison na verdade era filha do Hulk, um super herói da Marvel.

“O apelido surgiu quando dois irmãos me perguntaram o que havia de errado com Madison. Eu falei que o pai dela era o Hulk e eles acharam isso a coisa mais legal do mundo”, disse a mãe em entrevista à agência Caters News Agency.

Segundo Joni, depois que os meninos descobriram que Madison era a filha do Hulk, eles quiseram se tornar os melhores amigos dela.

“Eu não quero que as pessoas sintam medo da minha filha. Não há nada de errado com ele, ela apenas tem uma mutação genética”, disse Joni ao Caters News Agency.

Ela acredita que através do senso de humor, as crianças poderão aceitá-la melhor, pois talvez eles não conseguissem entender bem essa doença tão complexa.

Agora, para evitar que o inchaço cresça ainda mais, os médicos vão cauterizando a região aos poucos. Além disso, a menina também precisa usar algumas roupas de compressão e ter o fluido drenado duas vezes ao dia, já que o próprio sistema linfático não consegue realizar essa função. Os médicos esperam que, desta maneira, o inchaço reduza para que eles possam operar Madison e dar a ela a chance de viver como as outras crianças.

Fotos: IG



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