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14 coisas que você nunca deveria fazer com seu bebê. Eu nunca suspeitei da 10ª

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Parece que a cada instante os pais são obrigados a ter mais e mais cuidados acerca de seus recém-nascidos, não é mesmo?! Mas será que você está fazendo tudo da maneira correta?

Bem, talvez não, hein?! Melhor conferir as dicas.

Confira:

1. Limpar os ouvidos com cotonete

Você provavelmente já sabe disso, certo?! Mas não custa nada alertar novamente. A questão aqui é que quando você coloca o cotonete no ouvido da criança acaba retirando muito mais cera do que deveria além de, é claro, acabar empurrando um pouco dela para dentro, causando dor, inchaço e até mesmo surdez.

O normal é retirar somente o necessário já que a cera é tida como uma proteção de nosso corpo para evitar infecções.

Mas caso o seu bebê tenha um certo excesso, é possível retirar um pouco com a ajuda de um pano úmido.

2. Deixá-lo chorando

Todos já ouviram isso, mas será que é o certo? Teoricamente, as pessoas fazem isso para que as crianças ganhem mais autoconfiança e independência. Mas talvez esse processo não esteja realmente funcionando.

Para falar a verdade, podem ocorrer problemas neurológicos em bebês que são ‘deixados’ em uma crise de choro. Pegá-los no colo, acredite ou não, não os tornará mimados ou menos independentes. Isso pode até salvá-los de certos problemas no cérebro.

3. Medicar depois da vacina

Para muitos, o problema já começa na vacina. Quero dizer, muitos não concordam na necessidade de vacinar as crianças. Porém, se você for uma dessas pessoas que levam os filhos para levar a ”picadinha”, é melhor ficar em alerta, já que segundo os médicos, os pais não deveriam dar acetaminofeno logo depois da vacina.

Pois é. O que acontece é que o componente acaba sendo prejudicial neste caso. E lembre-se que mesmo contendo alumínio e polissorbato 80, um corpo saudável acaba desintoxicando todas essas substâncias depois. Ele esgota a glutationa no corpo do bebê, o que os deixa em risco de uma lesão por conta da vacina. Sem falar que tira muito de seu efeito.

Lembre-se que uma febrezinha é normal, viu?!

4. Alimentos sólidos para o bebê

Eis a questão: em que idade devemos começar a implementar certos alimentos para o nosso bebê? Para falar a verdade, o correto é que apenas depois dos seis meses eles ter uma mudança na dieta com refeições sólidas. Isso porque o intestino do bebê ainda está em desenvolvimento até esse tempo e até possivelmente os nove meses.

Assim, caso você dê alimentos antes disso, o bebê estará mais suscetível para adquirir danos onde uma bactéria intestinal pode crescer e levar ao desenvolvimento de problemas de aprendizagem e de comportamento, além de possíveis doenças autoimunes e de atraso de desenvolvimento também.

5. Alimentar o bebê com cereais de arroz

Este é provavelmente um dos passos que os pais costumam dar antes de começar com os alimentos sólidos. Mas será que é o melhor a ser feito? Não exatamente uma vez que esses cereais contêm muito arsênio.

Inclusive, segundo estudos, os bebês que consumiram o alimento mostraram um nível três vezes maior de arsênio no organismo do que os que não consumiram.

Sem falar que não há quase nenhum nutriente e é puramente sintético. O pior de tudo é que quase nada dele é absorvido pelo corpo da criança.

Mesmo assim, os pais costumam dar o cereal simplesmente porque entende-se que ele é capaz de enchê-los por mais tempo e os faz dormir mais. Porém, a verdadeira razão para eles dormirem tanto é porque o organismo deles não consegue digerir o alimento de forma apropriada.

6. Circuncisão automática

Todos nós sabemos que a circuncisão ajuda contra riscos de infecções no trato urinário e doenças sexualmente transmissíveis, mas a lista de desvantagens não vale nem um pouco a pena.

Aparentemente, a exposição em uma idade tão nova é capaz de afetar processos neurológicos, podendo causar até mesmo danos adversos e permanentes no cérebro. Isso vale para qualquer tipo de trauma nos primeiros anos de vida do bebê.

Por isso, você talvez queira repensar a ideia de circuncisão, afinal além de problemas a longo prazo, problemas mais diretos e imediatos podem surgir também.

7. ‘Gorros’ em recém-nascidos

Não, eles não são necessários para regular a temperatura do corpo do bebê, se isso já passou pela sua cabeça em algum momento. Não há nenhum problema em usá-lo, mas saiba que isso acaba distanciando um pouco a criança dos pais. Quanto mais próximo ele estiver deles, melhor.

Sem falar que isso até ajuda na hora da amamentação, pois o bebê se acostuma mais fácil com o corpo da mãe.

8. Usar leite pronto ao invés de leite materno

Muitas mães são aconselhadas desde o início a parar com a amamentação se for muito difícil no começo. Mas não precisa se desesperar ainda. Há várias maneiras de estimular a produção do leite antes de trocar por um do mercado. Afinal, há algo melhor do que o leite materno? Você não irá encontrar nada superior em nutrientes do que ele, acredite.

Por isso, se esforce antes de desistir e ir em busca de outro qualquer.

9. Antibióticos desnecessários para infecções de ouvido

Sim, é bastante comum que os pequenos adquiram certas infecções de ouvido. Mas será que é mesmo necessário dar antibióticos? O consumo sem necessidade desses remédios pode acabar impedindo o desenvolvimento do sistema imunológico dele. Ele faz isso ao eliminar as bactérias intestinais saudáveis existentes no corpo do bebê.

Caso a criança realmente precise de um tratamento, o jeito é procurar por maneiras alternativas como óleos específicos.

10. Leite de vaca

Chegamos no ponto que todos esperavam. Pois é. Leite de vaca. Será que é mesmo bom para o bebê? Bem, a realidade é que ele contém muito hormônio do crescimento dos bois, conhecidos na verdade como disruptores endócrinos ligados diretamente ao câncer, mais especificamente o de mama.

Sem falar que o leite de vaca é o mais difícil de ser digerido por nós humanos; o mais parecido com o materno é o de cabra. Agora, muitos pais estão até tentando os leites vegetais como os de amêndoas, por exemplo, e o de soja.

11. Assento seguro do carro

Uma questão que já deve ter deixado muitos em dúvida, não é mesmo?! Mas não precisa se preocupar. O fato é que a melhor maneira de levar a criança no carro é colocando-a na posição virada para trás o maior tempo possível.

E nem adianta tentar cobrir seu bebê com cobertores antes de colocá-los em seu devido lugar. O problema disso é que pode acabar impedindo que o cinto o proteja da forma correta no assento, bem no tórax.

12. Tratamento dental com flúor

Parece loucura, mas um estudo já mostrou que o flúor pode estar diretamente ligado a QIs menores em crianças que vivem em áreas fortemente fluoretadas.

Um outro estudo do Journal of Bone and Mineral Research também mostrou uma forte evidência que o flúor também pode diminuir a densidade do osso, deixando as crianças mais suscetíveis a fraturas.

Por isso, muitos pais estão evitando o uso do componente nas pastas de dente para que assim, problemas como esse não aconteçam.

13. Cadeirinhas de balanço e outros brinquedos

Você com certeza já viu eles por aí, não é mesmo?! Mas será que eles são tão bons assim quanto você imagina? Melhor pensar de novo, pois o problema aqui é que esse tipo de ‘brinquedo’ pode acabar interferindo no alinhamento da postura da criança, podendo até inferir em seu desenvolvimento.

A dica aqui é achar um outro jeito de manter os bebês entretidos naquele momento que estão ocupados.

14. Dormir no próprio quarto

Assim como deixar o bebê chorando por muito tempo a fim de fazê-lo criar independência não é exatamente o correto, deixá-lo dormir sozinho também não. Dormir com os pais, na verdade, pode diminuir os riscos da síndrome da morte súbita sem falar que é capaz de regular a respiração dos pequenos com seus bebês.

Além disso, o contato dele com a mãe o amamentando durante a noite pode melhorar seu sistema imunológico.

O recomendado é que a criança fique do lado dos pais até seus primeiros seis meses de vida ou até mesmo um ano.

E aí?! Você faz uma dessas coisas? Melhor mudar seus hábitos, não?!

Fotos: Reprodução/Q Political




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